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  • Carolina Roldan

Comunicação viva: humanizar é preciso.

A cada dia, e de forma cada vez mais veloz, o ambiente corporativo é marcado por profundas transformações e necessidade de rápida adaptação às necessidades do mercado, e com a dependência total da tecnologia, a competitividade entre as empresas aumentou ainda mais.

Diante deste cenário tão amplo e competitivo como traçar estratégias eficazes para garantir o futuro dos negócios?


A cada dia, e de forma cada vez mais veloz, o ambiente corporativo é marcado por profundas transformações e necessidade de rápida adaptação às necessidades do mercado, e com a dependência total da tecnologia, a competitividade entre as empresas aumentou ainda mais.

Diante deste cenário tão amplo e competitivo como traçar estratégias eficazes para garantir o futuro dos negócios?

É inegável que a tecnologia digital está estabelecida na vida humana e influencia a forma como interagimos com o mundo. O meio digital é a base estrutural que sustenta essa inversão de conceito, e deve ser considerado um fator importante no desenvolvimento de estratégias e campanhas de marketing, pois muda completamente o relacionamento entre marca e consumidor.

Quando analisamos o perfil e o comportamento do consumidor atual, constatamos o quanto ele mudou desde o início do século XXI até os dias atuais: são completamente ativos e influentes, com aumento de poder de decisão e barganha, buscam por marcas pelas quais se identificam, emitem opinião, são conhecidos como Prossumers (“consumidores proativos”), e suas escolhas se tornaram conceituais e assim ditam as regras de mercado.

E quando se trata de serviços? Como sustentar esses novos clientes e captar oportunidades pra gerar negócios, neste universo tão diversificado e “frio” que é o meio digital?

Para se vender serviços é preciso buscar meios de conhecer cada vez mais o perfil e comportamento deste novo consumidor, além de reavaliar a forma de oferta e de comunicação, levando em consideração sua condição de intangibilidade, o que implica na capacidade de mensurar a amplitude e a profundidade de se estreitar relacionamentos, na captação e fidelização de seus clientes.

Falar que as empresas devem aplicar devidamente as estratégias de marketing de relacionamento com seus clientes parece algo óbvio a se fazer, mas acredite, muitas empresas, muitas mesmo, desde pequenas às grandes, não as aplicam em seu dia-a-dia.

A grande maioria das empresas acredita estar num caminho mais seguro, seguindo o “by the book” do novo marketing, o digital, mas esquece que a base da ciência do marketing é fundamentada no comportamento humano. E o ser humano, hoje, quanto mais tem, mais deseja, mais está carente.

Parece sem solução, não é? Mas, acreditamos que há solução, sim. Acreditamos que a solução está no "resgatar as origens", no “humanizar”.

É preciso criar vínculos, estabelecer relacionamento, resgatar aquele calor da "comunicação viva”, há muito tempo perdida com o uso frenético dos dispositivos mobile.


Existem formas sutis de se comunicar que só o humano é capaz de causar emoção. E a arte de se relacionar está em apostar no simples. Alguns exemplos que aplicamos:


  1. Falar ao telefone sorrindo. A emoção é sentida através do tom de voz e isso é comprovado cientificamente.

  2. Escrever um e-mail com empolgação e segurança, buscando a cordialidade e a naturalidade. Só não confunda cordialidade com informalidade, uso de linguagem inadequada ou íntima, ok? Ah! E por favor, mantenha seu português impecável!

  3. Num encontro presencial, olhe sempre nos olhos, isso transmite confiança e causa naturalmente aproximação. Tente reservar um tempo para aquele cafezinho sem compromisso, fora do ambiente do trabalho.

  4. Mantenha-se disponível para escutar o cliente. Não seja ranzinza ou mercenário. Muitas vezes o cliente só precisa que alguém o escute. Lembre-se que vocês são seres humanos e têm oscilação de humor. Você não arrisca pedir nada pra um chefe irritado, certo? Com cliente não é diferente. E se você for esperto(a), poderá identificar uma oportunidade de vender um serviço que “resolva aquilo que o está perturbando tanto, hein?”

  5. Busque fazer pequenas parcerias, como fazer amizade com a recepcionista, o assistente de compras, e por que não a moça do cafezinho?! Pessoas que chamamos de “pequenos influenciadores”, afinal uma pequena fresta aberta é melhor que uma porta fechada na sua cara, certo?

Aproveitar momentos de baixa com contatos descompromissados são propícios para agregar valor ao seu negócio. Mesmo que as negociações demorem pra ser fechadas, um relacionamento forte é capaz de gerar demanda constante, o que reflete diretamente na percepção de sua marca no mercado.

Se as organizações não estabelecerem estratégias que avaliem o impacto desta força, não serão capazes de garantir sua permanência no mercado e seus ganhos futuros serão comprometidos.

Pare pra avaliar como está sua estratégia de relacionamento com seus clientes.

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Abraços

Carolina Roldan

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